04/ Case
Zero conversões virou pedido de orçamento em poucas horas.
Uma landing page enxuta no lugar do e-commerce que não vendia — com o WhatsApp assumindo o centro da compra.
Cliente
Segmento
Entregas
no ar
A vitrine nova: uma promessa clara e o WhatsApp a um clique.
01/ O desafio
O produto existia. O e-commerce não vendia.
A Big Boy Airsoft é uma loja especializada em equipamentos para airsoft, tiro esportivo, pesca e atividades táticas. Antes deste projeto, o catálogo já existia num e-commerce tradicional — mas ele praticamente não gerava acesso, e as conversões estavam em zero.
O problema não era a variedade de produtos, era o formato: um carrinho de compras completo, com todo o atrito de checkout, para um público que compra fazendo pergunta antes — sobre modelo, calibre, disponibilidade, prazo. A loja precisava de um lugar que abrisse conversa, não de mais um formulário entre o cliente e a resposta.
02/ A decisão que guiou o projeto
Trocar carrinho por conversa.
Em vez de reconstruir um e-commerce completo, a escolha foi uma landing page organizada por categoria — airsoft, carabinas de pressão, militar, pesca, pistolas de pressão e treinamento funcional — com cada produto levando direto para uma conversa no WhatsApp.
É o mesmo raciocínio que já vale para outros setores no Brasil: quem vende equipamento que exige orientação — modelo certo, calibre certo, o que a lei permite — fecha negócio na conversa, não no clique de “comprar”. Colocar o WhatsApp no centro foi reconhecer isso, em vez de forçar um funil de e-commerce que a loja já tinha provado que não funcionava.
03/ O catálogo, por categoria
Um catálogo que o próprio cliente alimenta.
A página é dividida em seis módulos de categoria, cada um com sua própria vitrine de produtos em destaque. É por ali que o visitante entende, em segundos, se a loja tem o que ele procura — sem precisar navegar por um menu de e-commerce genérico.
Por trás, a estrutura de CMS foi pensada para que a Big Boy insira novos produtos sozinha — foto, nome, especificação, categoria — sem depender de um desenvolvedor a cada item novo que chega na loja.
Seis categorias, cada uma com sua própria vitrine — alimentada pelo próprio cliente
04/ O botão já sabe o que o cliente quer
Cada produto abre sua própria conversa.
O botão “Tenho interesse” de cada produto abre o WhatsApp com uma mensagem já pronta, citando o nome exato do item e a categoria. O cliente não precisa descrever o que quer do zero, e quem atende do outro lado já sabe, na primeira linha, de qual produto se trata — sem ida e volta para entender o pedido.
“Tenho interesse no Case camuflado para rifle” — a mensagem chega pronta, sem esforço do cliente.
05/ O resultado
As primeiras conversas chegaram ainda no dia do lançamento.
Nas primeiras horas com a página no ar, usuários já estavam entrando em contato pelo WhatsApp pedindo orçamento — algo que simplesmente não acontecia no e-commerce anterior.
O desempenho técnico acompanhou: no computador, a página roda com nota 95 no Google PageSpeed. No celular — onde a maior parte do tráfego de uma loja como essa chega, muitas vezes via Instagram — a nota é 89, resultado de um catálogo com fotos reais de produto em vez de imagens genéricas de banco.
Desempenho · celular
89
Desempenho · computador
95
Acessibilidade
92
SEO
100
Relatório do Google PageSpeed, medido em agosto de 2026.
A mesma promessa, em coluna única — de onde a maior parte do tráfego chega.
O fechamento da página repete o convite: a loja está a uma mensagem de distância.