03/ Case
Cinco continentes de conteúdo, sem virar bagunça.
Design, arquitetura de conteúdo e CMS para o acervo de um nômade digital — publicável de qualquer lugar do mundo.
Cliente
Segmento
Entregas
no ar
Os números vêm antes do primeiro artigo. E a rosa dos ventos está no fundo.
01/ O desafio
Cara de publicação, leveza de diário.
O cliente é designer e nômade digital: 100.000 km rodados em dez anos, 40 países, cinco continentes. Ele escreve sobre o que vê — tecnologia, cultura, criatividade — e não tinha onde guardar isso.
Blog pessoal tem dois jeitos de dar errado. Ou parece diário improvisado, e aí o conteúdo não é levado a sério. Ou é feito com tanta estrutura que publicar vira burocracia, e aí morre no terceiro post. O desafio era escapar dos dois: ter cara de publicação e ser leve de alimentar — inclusive de um café em outro fuso horário.
02/ Autoridade primeiro
Prova de percurso antes do primeiro parágrafo.
A home abre com quatro números, e eles vêm antes de qualquer artigo. É de propósito.
Um blog de viagem genérico começa pedindo confiança. Esse começa provando percurso. O visitante entende em três segundos que quem escreve foi aos lugares — e só então é convidado a assinar a newsletter, que fica ali mesmo, no primeiro bloco.
100.000+
Quilômetros em dez anos de viagem.
5
Continentes percorridos como designer.
40
Países que entraram no acervo.
100+
Leitores acompanhando a newsletter.
03/ A bússola
A rosa dos ventos está no fundo, não no logotipo.
O nome pedia uma rosa dos ventos, e o caminho óbvio seria transformar isso em ícone. Fizemos o contrário: ela virou textura de fundo do hero, em contraste baixíssimo, com as marcações de grau legíveis de perto.
Quem olha rápido vê um fundo escuro com uma trama. Quem olha de perto encontra a bússola. O nome aparece no design sem virar ilustração literal — e o logotipo fica livre para ser só uma letra, sólida e reconhecível.
04/ Arquitetura de conteúdo
As categorias não são assuntos. São continentes.
Ásia, América, Europa, Oceania, África. Isso importa porque é como a memória de quem viaja funciona, e é como o leitor procura — ele quer ler sobre um lugar, não sobre um assunto.
Ao lado do continente, cada post carrega o tempo de leitura. Dois eixos de decisão, os únicos que interessam na hora de escolher: onde, e quanto tempo eu tenho.
Uma faixa “Em alta” acompanha a lateral e segue o leitor pela página do artigo, para que o fim de um texto não seja um beco sem saída.
Categorias por continente, tempo de leitura em cada post e “Em alta” na lateral.
05/ Claro e escuro
Dois temas desenhados. Não uma inversão de cores.
O site nasce escuro — combina com as fotos e com o tom noturno de quem escreve na estrada. Mas tem tema claro completo, num botão do cabeçalho.
As duas versões foram desenhadas, com o laranja da marca calibrado para funcionar sobre preto e sobre papel. Quem lê um artigo de oito minutos no meio do dia agradece.
06/ A página do artigo
Estrutura de revista, alimentada por CMS.
Cada texto abre com foto de capa em tela cheia, título, autor, data e as duas etiquetas — continente e tempo de leitura. Depois vem a introdução, e o corpo se organiza em seções nomeadas pelo próprio continente, com imagens grandes e citações destacadas no meio do caminho.
E é tudo montado em CMS: o cliente escreve, escolhe o continente, define a capa e publica. Sem depender da gente, sem passo técnico entre ter a história e ter a história no ar.
Introdução, citação e seções por continente. Tudo alimentado por uma estrutura sólida e prática.
07/ A entrega
A organização está na estrutura, não na disciplina de quem publica.
Site desenhado, arquitetura de conteúdo definida, CMS configurado e no ar. Publicar virou rotina de minutos, de qualquer lugar do mundo, e o acervo cresce sem perder organização.
Design de site
Identidade e sistema visual
Arquitetura de conteúdo
Categorias por continente
CMS configurado
Publicar sem passo técnico
Claro e escuro
Dois temas desenhados
Bússola Digital é um nome fictício, adotado para preservar a identidade do cliente.